O Tesouro Direto, programa de
venda de títulos públicos via Internet, trará novidades para os investidores. A
partir de 2012, quando o Tesouro Direto completará 10 anos, os investidores que
buscam segurança e baixo grau de risco nos papéis do governo terão ainda mais
facilidade na compra/reinvestimento/venda dos títulos, além de torná-los mais
acessíveis para os pequenos investidores.
Além de trazer um novo site, o Tesouro Direto contará com as seguintes inovações a partir de 2012:
• Compras programadas – agendamento de compra(s) de título(s), ou uma composição de títulos, durante um período que o investidor determinar;
• Reinvestimento – o investidor poderá direcionar o dinheiro que recebe (cupom de juros ou vencimento do título) para uma nova aplicação de maneira automática, bastando que indique suas opções. No caso dos títulos que pagam juros semestrais (cupons), o investidor poderá reaplicá-los no próprio título gerador desse dinheiro, enquanto o papel estiver em oferta no Tesouro Direto;
• Venda Agendada – o investidor poderá escolher com antecedência a quarta-feira específica que gostaria de efetuar a venda e agendá-la, sob as condições de preços e taxas vigentes da data escolhida, como é feito usualmente.
Outro fato que facilitará a adesão de novos pequenos investidores será a redução do valor mínimo para compra de títulos. Atualmente, os títulos públicos são ofertados no Tesouro Direto em frações de 0,2 título, ou seja, o investidor pode comprar 0,2, 0,4, 0,6 título e assim por diante. Com a mudança, a fração mínima exigida será de 0,1 título, obedecendo que esta parcela seja de no mínimo R$ 30,00. Ainda não confirmado, o limite superior também poderá ser estendido além dos R$ 400 mil por mês.
As medidas são parte do intuito do Tesouro Nacional e BM&F Bovespa de popularização do Tesouro Direto, que vem apresentado constante crescimento no número de investidores cadastrados a cada mês. Em períodos de fuga do investidor pessoa física da Bolsa (só neste ano já retiraram R$ 5,4 bilhões da BM&F Bovespa), ao fim de setembro o Tesouro Direto contabilizou 263.647 usuários cadastrados, crescimento de 28,86% nos últimos doze meses. Somente no último mês houve acréscimo de 4.679 participantes. Dados que comprovam a utilização do programa por pequenos investidores está no grande volume de vendas até R$ 5 mil, que representaram pouco menos de 60% do volume aplicado no mês. Já o valor médio por operação em setembro foi de R$ 14.536.
Apesar do momento de redução dos juros no País, fato que reduziria a atratividade dos títulos públicos, a incerteza que paira sobre os mercados também contribui para os investidores realocarem seus recursos em papéis mais seguros, apesar da menor rentabilidade. Além disso, diante da escalada da inflação (IPCA acumula alta de 7,31% nos últimos 12 meses), há títulos atrelados a índice de preços, possibilitando a proteção do poder de compra do investidor através da aquisição de NTNs. Aliás, estes títulos respondem pela maior participação (50,55%) no estoque total do Tesouro Direto, de R$ 6,72 bilhões.
Para mais informações sugerimos uma visita ao site: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/
Além de trazer um novo site, o Tesouro Direto contará com as seguintes inovações a partir de 2012:
• Compras programadas – agendamento de compra(s) de título(s), ou uma composição de títulos, durante um período que o investidor determinar;
• Reinvestimento – o investidor poderá direcionar o dinheiro que recebe (cupom de juros ou vencimento do título) para uma nova aplicação de maneira automática, bastando que indique suas opções. No caso dos títulos que pagam juros semestrais (cupons), o investidor poderá reaplicá-los no próprio título gerador desse dinheiro, enquanto o papel estiver em oferta no Tesouro Direto;
• Venda Agendada – o investidor poderá escolher com antecedência a quarta-feira específica que gostaria de efetuar a venda e agendá-la, sob as condições de preços e taxas vigentes da data escolhida, como é feito usualmente.
Outro fato que facilitará a adesão de novos pequenos investidores será a redução do valor mínimo para compra de títulos. Atualmente, os títulos públicos são ofertados no Tesouro Direto em frações de 0,2 título, ou seja, o investidor pode comprar 0,2, 0,4, 0,6 título e assim por diante. Com a mudança, a fração mínima exigida será de 0,1 título, obedecendo que esta parcela seja de no mínimo R$ 30,00. Ainda não confirmado, o limite superior também poderá ser estendido além dos R$ 400 mil por mês.
As medidas são parte do intuito do Tesouro Nacional e BM&F Bovespa de popularização do Tesouro Direto, que vem apresentado constante crescimento no número de investidores cadastrados a cada mês. Em períodos de fuga do investidor pessoa física da Bolsa (só neste ano já retiraram R$ 5,4 bilhões da BM&F Bovespa), ao fim de setembro o Tesouro Direto contabilizou 263.647 usuários cadastrados, crescimento de 28,86% nos últimos doze meses. Somente no último mês houve acréscimo de 4.679 participantes. Dados que comprovam a utilização do programa por pequenos investidores está no grande volume de vendas até R$ 5 mil, que representaram pouco menos de 60% do volume aplicado no mês. Já o valor médio por operação em setembro foi de R$ 14.536.
Apesar do momento de redução dos juros no País, fato que reduziria a atratividade dos títulos públicos, a incerteza que paira sobre os mercados também contribui para os investidores realocarem seus recursos em papéis mais seguros, apesar da menor rentabilidade. Além disso, diante da escalada da inflação (IPCA acumula alta de 7,31% nos últimos 12 meses), há títulos atrelados a índice de preços, possibilitando a proteção do poder de compra do investidor através da aquisição de NTNs. Aliás, estes títulos respondem pela maior participação (50,55%) no estoque total do Tesouro Direto, de R$ 6,72 bilhões.
Para mais informações sugerimos uma visita ao site: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/
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